Vale: Terrorismo e destruição no rastro da empresa

Vale tranca moradores da região de Socorro (MG) com apoio da Defesa Civil, Prefeitura de Barão de Cocais e da PM

Com informações da Rede Pela Soberania Popular na Mineração

Um conglomerado formado pela Defesa Civil, Prefeitura de Barão de Cocais e pela Polícia Militar isolaram alguns dos moradores que na última sexta feira (8) tiveram de abandonar suas casas após o alarme que sinaliza rompimento da barragem da mina de Congo Soco.

Após uma longa reunião de três horas, em que imprensa, movimentos sociais e outros representantes civis foram proibidos de participar, os moradores das comunidades de Socorro, Vila do Congo, Tabuleiro e Piteira foram coagidos a não falarem com ninguém sobre a situação. “Fomos orientados a isso. Como a gente não sabe o que vai acontecer, não podemos falar”, disse uma moradora que não quis ser identificada. “Não querem explicar, a Defesa Civil trabalha para a Vale ou para o povo?”, questiona a militante do Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), Sandra Vita.

O risco da barragem da Vale da mina de Gongo Soco é classificado como nível 2, que é o estágio anterior ao rompimento. Cerca de 500 famílias foram retiradas de suas casas por volta das 3h, quando a sirene começou a tocar na região. Segundo moradores, foram cerca de seis horas do som atordoante da sirene.

A única informação concreta foi com relação à alimentação dos animais da comunidade – foi escolhido um grupo de moradores para acompanhar uma equipe do Conselho Regional de Medicina Veterinária para alimentar os animais da região, da comissão de desastre do Conselho

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