Exército: Fantasmas para assombrar o Rio de Janeiro

Grupo do exército que chegou ao Rio de Janeiro é composto por 2 mil homens e é conhecido como “Os Fantasmas”

Na linha de frente da intervenção militar no Rio de Janeiro estará o Batalhão de Operações Especiais do Exército composto por 2 mil homens para ser chefiado pelo general Walter Souza Braga Netto.

Esse batalhão é conhecido entre os militares como “fantasmas”, por atuarem nas sombras em operações de “alto sigilo”, como define o site do exército.

Recebem treinamento anti-terrorismo em Goiânia e são comparados aos Seals da marinha norte-americana (grupamento que supostamente realizou a execução de Osama Bin Laden no Paquistão em 2011).

A pergunta da população é: O que estaria fazendo no Rio de Janeiro uma tropa de elite do exército, treinada para combater terrorismo?

O nível de pânico gerado pelos meios de comunicação hegemônicos dão conta de legitimar a ação e tentar convencer o povo de que essa presença trará mais segurança no combate ao narcotráfico. Na imprensa não faltaram elogios à retidão e precisão do batalhão para operações de alto risco.

Mas a população do Rio de Janeiro já está descrente de promessas requentadas de presença de militares nas favelas e o povo mais sofrido dessas regiões, está careca de saber que – mais militares significam mais supressão de direitos e mais violência do estado contra o povo.

Se já não bastasse o trauma psicológico causado nas crianças com a presença do Caveirão – veículo blindado que aterroriza o sonho de moradores de favelas – o gerente de turno Michel Temer manda uma tropa Fantasma para assombrar ainda mais a vida do Rio de Janeiro.

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